domingo

The Voca People

Estava olhando o Portfólio da minha colega de turma Fabrícia e encontrei um link muito interessante. The Voca People...O que eles fazem com a voz é incrível. Como a música é uma preciosa arte de comunicação, não poderia deixar de postar esse vídeo.
O Voca People é um novo fenômeno vocal e teatral internacional, que combina sons vocais espantosos e cantos acappella com imitações de sons de baterias, trompetes, guitarras e outros instrumentos e efeitos musicais, sem usar qualquer instrumento em palco, tudo executado de forma humorística e com a participação do público.



sábado

Vamos falar e escrever cada vez melhor?

Falar e escrever bem ajuda na hora de uma promoção, na hora de arrumar emprego e até para conquistar namorado ou namorada.

O problema muitas vezes aparece na forma de uma simples brincadeira, mas os cientistas que estudam a comunicação entre as pessoas têm bons argumentos para questionar o emprego de termos como "certo" e "errado". Mas o fato é que a sociedade faz uma distinção clara entre ambos. O certo e o errado podem representar a diferença entre ser respeitado ou ridicularizado, parecer culto ou ignorante e, num mundo marcado pelas primeiras impressões. No mundo do trabalho, falar bem e escrever corretamente são os requisitos cada vez mais importantes para conseguir os melhores empregos.

· "Para os cargos mais baixos, esse fator não é levado muito em conta na hora da contratação".

"Já para os níveis médios e altos, como gerência e diretoria, e mesmo nas vagas de trainee de empresas de grande porte, o português conta muitos pontos".

Além de dar uma idéia da origem do candidato, de sua familiaridade com o estudo e a leitura e de sua preocupação com a qualidade do que faz, em tempos de internet o bom português dos empregados ganhou novo valor.

"Grande parte da comunicação com o mercado, que antes era feita por telefone, hoje se dá por e- mail", exigindo mais cuidados. Dominar a língua traz outra vantagem. Transforma a pessoa numa espécie de consultor dos colegas de trabalho para as constantes dúvidas de português que vão surgindo na redação de cartas, projetos e apresentações. Falar e escrever sem erros é só um dos aspectos da língua portuguesa que as empresas valorizam. Elas querem também que seus funcionários saibam se expressar de forma simples e clara.

Atingir tal nível de competência no uso da língua não é tarefa simples que se ensine rapidamente ou por meio de regras fáceis de decorar. Falar e escrever bem são resultado de uma dedicação. Pode levar anos ou uma vida inteira. Mas existem algumas dicas que ajudam quem ainda não chegou lá. A principal é não se deixar intimidar pela chamada norma culta, que serve de referência para definir o certo e o errado. As pessoas imaginam que a língua é fruto de um congresso de sábios , que definiu como se deve falar e escrever. A língua se constrói conforme o uso e o que é considerado certo hoje, amanhã pode virar errado, e vice- versa.

Os especialistas afirmam também que ridicularizar ou corrigir demais pode acabar gerando novos erros. A preocupação excessiva em falar difícil para parecer mais culto também está na origem dos erros que viram moda. Corrigir as pessoas que falam errado pode ser uma atitude positiva, recomendada no caso de filhos, pessoas queridas ou subordinados que precisam comunicar-se corretamente. Mas há quem corrija não para melhorar o outro, mas porque gosta de se ver num patamar acima, em condição de superioridade. Tomar cuidado para não se transformar em alguém assim é também uma lição de bom português.

A verdade é que as pessoas finalmente perceberam que precisam dominar a norma culta do idioma. Quem não consegue articular pensamentos com clareza e correção tem um grande entrave à ascensão na carreira. As angústias dos brasileiros em relação ao português são de duas ordens. Para uma parte da população, a que não teve acesso a uma boa escola e, mesmo assim, conseguiu galgar posições, o problema é sobretudo com a gramática. Para o segmento que teve a oportunidade de estudar em bons colégios, a principal dificuldade é com a clareza. É para satisfazer principalmente a essa demanda que um novo tipo de profissional surgiu: o professor de português especializado em adestrar funcionários de uma empresa.

A dificuldade do brasileiro em falar e escrever de forma a se fazer entender não é apenas conseqüência da tradição bacharelesca. Há outros fatores. Para começar, lê-se pouco no Brasil.

A Câmara Brasileira do Livro divulgou um estudo que mostra que, na verdade, os brasileiros lêem em média apenas 1, 2 livros por ano. Não cultivar a leitura é um desastre para quem deseja expressar-se bem. Ela é condição essencial para melhorar a linguagem oral e escrita. Quem lê interioriza as regras gramaticais básicas e aprende a organizar o pensamento.

A julgar pela máxima do filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein - "os limites da minha linguagem são também os limites do meu pensamento", os brasileiros que tentam melhorar seu português estão também aprendendo a pensar melhor.

Autora do Artigo:

Maria Rita Quintella é formada em Letras pela PUCRS, pós-graduada em Teoria da Literatura na mesma Universidade, onde integra a equipe de professores-avaliadores das redações do Vestibular. Trabalha com revisão de textos/preparação de originais para editoras e empresas.

Site: http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=2135

Um Bom Texto

Uma página, duas, três com começo, meio e fim? Pode ser, mas obrigatoriamente tem de transmitir com clareza uma mensagem entendida pelo autor e pelos leitores, pois se apenas o autor entender, não há comunicação.
Para transmitir o que se quer dizer, a mensagem, o texto precisa de qualidades tais como clareza, argumentação bem-definida, fatos ou dados ilustrativos do assunto e novas idéias, novas opiniões sobre o tema. Tudo com clareza gramatical e estilo.
É difícil, pois um texto envolve processos mentais, é preciso saber sobre o que se escreve e que se está escrevendo não para si mesmo, mas para outro. Por isso a lógica é fundamental.
Sabemos que nem sempre o pensamento segue um encadeamento lógico. Pensamos e desenvolvemos raciocínios muitas vezes por livre associação, passamos de um assunto para outro com uma facilidade muito grande. E quem nos lê não pode acompanhar nosso pensamento.
Além do que, nem sempre o leitor vai concordar com o que pensamos e dizemos, com o que concluímos.
Para sermos mais bem-entendidos, nosso texto tem de ter introdução, onde apresentamos o assunto, desenvolvimento, onde, como o nome diz, o texto é desenvolvido, com prós e contras e uma conclusão, a qual “fecha” nossa introdução.
Um bom exercício para escrever com coerência é ler, ler, ler. Sobretudo observar a estrutura de introdução, desenvolvimento e conclusão de alguns autores e mentalmente refazer aquele caminho.
Dados sobre a Autora do Artigo:
Maria Rita Quintella é formada em Letras pela PUCRS, pós-graduada em Teoria da Literatura na mesma Universidade, onde integra a equipe de professores-avaliadores das redações do Vestibular. Trabalha com revisão de textos/preparação de originais para editoras e empresas.
Site: http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=2129 – Acesso em 24 de abril de 2009, às 17 horas e 40 minutos.

Principais Problemas da Redação Empresarial

Na empresa, a escrita é coletiva, isto é, você não escreve em seu próprio nome, mas em nome da companhia para a qual trabalha. Por isso, deve pensar não em "eu", mas em "nós". Mesmo na comunicação interna, você deve considerar que se trata da empresa interagindo verbalmente com seus funcionários.

Apenas alguns relatórios ou notas serão assinados por você correspondendo a um compromisso pessoal, mas a maioria dos documentos diz respeito à empresa e exigem que você respeite os posicionamentos da companhia diante dos fatos relativos à correspondência, porque você está transmitindo uma mensagem no lugar de outrem - , sua empregadora.

Isso exige de você um esforço duplo: ao mesmo tempo em que você precisa apropriar-se da mensagem, colocando-se no lugar do locutor real, você não pode se esquecer do interlocutor, da outra empresa, preocupando-se com o modo como ela pensa, a forma como ela vai reagir ao conteúdo do texto produzido por você e enviado por sua empresa.

É preciso lembrar ainda que o texto empresarial não reflete apenas o trabalho de quem o redigiu, ele reflete toda a empresa. É por isso que uma carta mal escrita, rasurada, mal formatada, sem clareza nem correção, por exemplo, representa uma empresa pouco confiável. Daí a importância de você se preocupar com a clareza, concisão e correção ao redigir em nome de sua empresa, a fim de evitar uma imagem negativa dela.

Mitos e verdades sobre redação empresarial

MITO: Você deve usar linguagem formal erudita.

VERDADE: Você deve usar linguagem formal, mas simples.

MITO: Você deve apresentar todas as informações.

VERDADE: Você deve apresentar apenas as informações pertinentes.

MITO: As pessoas querem ler seu documento.

VERDADE: as pessoas prefeririam fazer outra coisa.

DICAS

· Você deve usar linguagem simples.

· Os textos que circulam no meio empresarial, normalmente, têm uma função prática; eles não são construídos para comover o leitor, nem para distraí-lo, mas para informá-lo a respeito de um tema específico. Por isso, use uma linguagem formal, correta do ponto de vista gramatical, mas direta, recorrendo a palavras do dia-a-dia, que facilitam da compreensão do leitor.

· Você deve apresentar apenas as informações pertinentes.

Um texto longo, cheio de detalhes, desvia a atenção do leitor dos pontos mais importantes e não atinge seu real objetivo. Tenha em mente o que pretende com o documento e atenha-se às informações pertinentes a seus objetivos.

· As pessoas prefeririam fazer outra coisa:

A vida empresarial exige muito de todos os envolvidos nela. Em função disso, não sobra muito tempo para leituras extensas. Além disso, o leitor de um documento que circula na área empresarial nem sempre conhece o autor do texto e pouco interesse tem no texto; lê porque precisa ler, não porque quer. A leitura de uma correspondência obriga o leitor a interromper seu trabalho. Se ela não for direto ao assunto, o leitor a arquiva ou a descarta. Por isso, não se estenda e seja direto.

SEIS ESTRATÉGIAS PARA CHAMAR A ATENÇÃO DO LEITOR

1. Apresente o ponto principal no início. Assim, o objetivo do documento fica claro desde o princípio;

2. Utilize subtítulos descritivos, eles orientam a leitura do documento;

3. Seja claro, a falta de clareza compromete a compreensão de seu texto;

4. Escreva com frases curtas, elas são fáceis de processar;

5. Empregue palavras simples, elas são facilmente compreendidas;

6. Utilize uma diagramação “arejada”, ela valoriza o seu texto.

Dados sobre a Autora:

Maria Rita Quintella é formada em Letras pela PUCRS, pós-graduada em Teoria da Literatura na mesma Universidade, onde integra a equipe de professores-avaliadores das redações do Vestibular. Trabalha com revisão de textos/preparação de originais para editoras e empresas.

Fonte:

http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=2145 – Acesso em 24 de abril de 2009, às 17 horas.

Língua Portuguesa na Internet

A língua é uma entidade viva, dinâmica. É o código utilizado pelo indivíduo para se comunicar com seus semelhantes, trocar informações, difundir suas idéias e conceitos. Cada povo tem a sua língua, seu modo de falar. Cada segmento de nossa sociedade, assim como cada indivíduo, tem a sua forma de se expressar.
A Internet, a maior rede de comunicação e informação criada pelo homem, também criou sua variante da língua, uma variante no português decorrente no uso da informática, por meio da Internet. Diariamente. milhares de pessoas se conectam à grande rede. Cada vez mais pessoas estão acessando as chamadas "salas" de "bate-papo" e aprendendo o "internetês"; o linguajar dos "internautas".
Essa variante realmente existe, algumas questões que se nos apresentam: estaria essa língua do mundo virtual prestes a invadir de vez o mundo real e influenciar o modo de falar de pessoas que sequer se sentaram à frente de um microcomputador? Poderia esse tipo de linguagem acarretar a modificação da norma culta de nosso idioma? Estaríamos a caminho da perda da nossa identidade lingüística por causa da Internet?
Em primeiro lugar, a língua utilizada pelos internautas, salvo algumas exceções, não teria uma utilidade prática no mundo real. A abreviação de certas palavras talvez seja adotada futuramente, em virtude da evolução da língua escrita e da constante busca de agilidade no processo de comunicação pela língua escrita. Quanto ao uso das expressões típicas do mundo virtual, creio que elas devam ficar restritas ao ambiente do ciberespaço. A língua escrita exige certa precisão. A língua escrita dos internautas não tem essa precisão. Trata-se de uma linguagem hermética, utilizada por uma minoria que sabe o que está fazendo e muitos usuários conhecem pouco a língua portuguesa culta.
Muitas vezes, ouvimos algumas pessoas dizerem que estão degenerando a língua portuguesa, que, por causa das gírias, da TV e do modo de falar de muitos, sobretudo dos adolescentes, que estamos perdendo a identidade lingüística. A língua é uma instituição viva, presente no cotidiano de cada um. Ela está em constante transformação. A língua, pois, não se deteriora, não se degenera. Ela se transforma, adquire novos elementos e põe em desuso outros. Esse é um processo normal que faz com que as línguas evoluam e acompanhem as transformações sociais, econômicas e culturais dos povos.
A língua escrita e quase falada dos internautas é mais uma das inúmeras variantes de uso da língua portuguesa - assim como da inglesa, da francesa. Não há dúvida de que esse segmento poderia influir nas futuras transformações por que a língua irá passar nos próximos anos. Mas isso não significa deterioração, mas, sim, evolução do idioma.

Dados sobre a Autora do Artigo:
Maria Rita Quintella é formada em Letras pela PUCRS, pós-graduada em Teoria da Literatura na mesma Universidade, onde integra a equipe de professores-avaliadores das redações do Vestibular. Trabalha com revisão de textos/preparação de originais para editoras e empresas.
Site: http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=2129 – Acesso em 24 de abril de 2009, às 17 horas e 30 minutos.

O que significa esta bandeira?

Esta bandeira, sinalizando a palavra “perigo” em três idiomas, estava plantada aos pés de uma escada de um hotel que levava à praia, em Natal (RN). Armando Levy, da e-Press, a fotografou em sua passagem pela cidade, para apresentar palestra no Intercom 2008. Trata-se de um ótimo exemplo de “comunicação empresarial”.

Ela sinaliza algo, mas o que exatamente? Onde está o perigo? A escada leva diretamente à areia da praia. Depois é preciso caminhar por alguns metros antes de chegar à água. Perigo do que? Tubarão? Pode ser, mas isso não está claro. Perigo de mar revolto? Também não é possível dizer isso, pois nesse momento o mar estava calmo e bem longe da escada. Perigo de assaltantes? Pode ser, mas o pessoal do hotel costuma dizer que as coisas são calmas por ali. Houve até quem disse que, à noite, o mar sobe muito, daí porque é preciso sinalizar às pessoas que a escada levará diretamente à água. Mas é possível ver a bandeira à noite?

A “comunicação empresarial” é um pouco como esta bandeira. Às vezes ela sinaliza coisas, mas que coisas? O que se está querendo dizer? Quem transmite a mensagem acha que ela foi perfeitamente entendida, mas será? A bandeira do “perigo” em três idiomas gera mais dúvidas do que certezas. Isso é comunicação?

COMO COLOCAR AS IDÉIAS NO PAPEL?

Começar... Este é o problema.

Todos temos problemas para começar a redigir. Há problemas para a nossa inibição redacional, como: falta de hábito para escrever; vocabulário limitado;desordem de raciocínio; e medo de errar

Redigir é como um trabalho braçal. É ensaio e erro. Lembram dos montes de folhas amassadas. Continua assim...

Por que as pessoas de gerações anteriores, mesmo aquelas com pouca escolaridade, redigem melhor dos que a das gerações atuais?

Porque escreviam mais. Havia mais estímulo ao ato de escrever. Estímulos que as comodidades da vida moderna nos fizeram perder...

Por exemplo, havia os “diários” – as mocinhas de então escreviam diários – não havia o psi – psiquiatra, psicanalista, psicólogo. Ao escreverem alguma coisa, lá estava o exercício do hábito de escrever.

Havia a correspondência – levava-se tempo para completar uma ligação telefônica, então as cartas levavam e traziam notícias. Hoje? Hoje dispomos do telefone, do celular, do e-mail - lacônicos e cifrados, sim porque mensagens de adolescentes é difícil de entendermos. Gastamos precioso tempo ali, naquele hieroglifo...Mas a comunicação oral também está em baixa.

E qual a solução? Escrever, escreve e escrever.

E quanto ao vocabulário limitado?

Pergunte algo para alguém. A pessoa pode até saber, mas a resposta não vem. Sabe aquele – Eu sei, mas não consigo explicar? Pois é: limitação de vocabulário. As idéias estão presentes, mas falta uma roupagem: as palavras porque ninguém lê.

Muitos até lêem. Mas não estão ligadas na forma, no desenho da palavra – daí escreverem errado. É lógico que tem de se preocupar com o conteúdo, mas sem perder a forma de vista...

Qual a solução? Ler, ler e ler.


Desordem de raciocínio

O que nos impede de produzir bons textos: a falta ou o excesso de idéias? O excesso. Idéias nunca faltam. O caso é que temos idéias e não sabemos como organizá-las. Aí, surge o caos.

Quantas vezes ficamos lutando com uma correspondência sem conseguir redigi-la, pois as idéias parecem nunca dizer o que queremos? E quantas vezes queremos dizer uma coisa e vem outra, ou enviamos a correspondência e depois vemos que ficou faltando alguma coisa ou repetimos, repetimos e não era o que queríamos dizer àquele leitor?


Solução? Três.


Escrita automática – Escrever tudo o que vem á cabeça, sem preocupação de lógica, correção das palavras. Depois, é o momento de separar o que vale e o que não vale: selecionar. Nas primeiras vezes, é possível que se produza lixo, mas com o tempo a tendência é que haja aperfeiçoamento. Tudo leva à ordenação automática das idéias.


Tempestade de idéias (brain storm) – Esta forma é usada pelas equipes de produção de textos. O grupo se reúne e cada um dá uma idéia sobre o tema. As idéias são anotadas – por mais estapafúrdias que sejam - . No final, são selecionadas as idéias mais interessantes. Funciona em trabalhos de grupo – até de um “grupo de dois”.


Mapa mental – Melhor técnica para a redação individual de textos. Coloca-se tudo o que for pensando na tela – ou no papel -. Depois, são feitos os devidos “cortes” e – pronto – o roteiro está pronto.


E quanto ao medo de errar?

A escola nos incutiu a falsa idéia de que escrever bem é escrever gramaticalmente bem. Como a pessoa não conhece gramática a fundo, escreve pouco porque assim vai errar menos. Como você escreve pouco, vai errar mais e nunca terá segurança para escrever...

Se a gramática fosse a base para uma redação perfeita, o bom professor seria um excelente escritor – e não teríamos gênios, como o compositor Cartola, por exemplo, que mal assinava o próprio nome.


Solução?

Ao escrever, não pense na gramática. Escreva, simplesmente. Não pare para pensar se determinada palavra é com sou ç ou ss, se há vírgula ou não... Escreva como achar que é. Depois revise com o auxílio de um dicionário. Mas não pense em escrever e pensar na gramática ao mesmo tempo, pois aí nem você escreve errado nem certo. Simplesmente não escreve.

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Autora do Artigo: Maria Rita Quintella é formada em Letras pela PUCRS, pós-graduada em Teoria da Literatura na mesma Universidade, onde integra a equipe de professores-avaliadores das redações do Vestibular. Trabalha com revisão de textos/preparação de originais para editoras e empresas.

Site: http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=2167

sexta-feira

Correspondência Oficial

A correspondência oficial ou redação oficial é a maneira que o Poder Público redige atos normativos e comunicações. Caracterizando pela: impessoalidade, clareza, concisão, formalidade, linguagem culta. Ofício, requerimento, petição, são alguns exemplos.

Formas de Tratamento

Umas das características do estilo da correspondência oficial e empresarial é a polidez, entendida como o ajustamento da expressão às normas de educação ou cortesia.
A polidez se manifesta no emprego de fórmulas de cortesia ("Tenho a honra de encaminhar" e não, simplesmente, "Encaminho..."; "Tomo a liberdade de sugerir..." em vez de, simplesmente, "Sugiro..."); no cuidado de evitar frases agressivas ou ásperas (até uma carta de cobrança pode ter seu tom amenizado, fazendo-se menção, por exemplo, a um possível esquecimento...); no emprego adequado das formas de tratamento, dispensando sempre atenção respeitosa a superiores, colegas e subalternos.

No que diz respeito à utilização das formas de tratamento e endereçamento, deve-se considerar não apenas a área de atuação da autoridade (universitária, judiciária, religiosa, etc.), mas também a posição hierárquica do cargo que ocupa.

Segue Alguns Exemplos:


Exemplos de Documentos:


Clique no nome do arquivo que deseja acessar:
Aviso Ministerial; Exposição de Motivos; Fax; Memorando; Norma Operacional; Nota Técnica; Despacho; Nota Informativa; Ofício; Portaria.

quinta-feira

Curvas da Vida

Essa imagem faz parte de uma apresentação enviada pela professora Ana Maria, intitulada como Curvas da Vida.
Hoje estava conversando com uma amiga quando o celular dela tocou. A notícia... O filho morreu! Logo após vi essa mensagem "curvas da vida" e fiquei reflexiva. O filho dela não teve a oportunidade de chegar na próxima curva... Como a vida é frágil!
Como a mensagem fala de Deus, não posso deixar de dizer que: enquanto temos tempo devemos ter uma vida com Deus. Desde pequena sempre ouvi que Jesus está voltando, estou adulta e até o momento...Bom... Jesus não voltou ainda para nós, mas para esse rapaz sim; mas será que ele terá a morada eterna com Deus? Busquem a Deus enquanto há tempo.
Aproveitem cada momento de suas vidas. Curtam cada pessoa que vocês amam, tenham uma vida com Deus.
Não sabemos como será o nosso amanhã. Vivam o hoje!

domingo

Mercado de Trabalho

Mercado de Trabalho
Reportagens Trabalho & Formação Profissional
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Fonte: Correio Braziliense Brasília, domingo, 05 de Abril de 2009

Matéria: Moderação em Teste

Apesar do corte no orçamento, governo autorizou, só em março, o preenchimento de 7.394 vagas em concursos. Para especialistas, número indica que a crise financeira não vai interromperas seleções.
Crise financeira x concurso tornou-se uma questão de gabarito contraverso. Para alívio dos estudantes governo avisa que tratará assunto com moderação. Governo Federal não para de autorizar contratações.

Saiba mais sobre o assunto no site do Correio Braziliense.

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Fonte: Correio Braziliense
Brasília, domingo, 15 de março de 2009

Matéria: Mercado Cheio de Estilo
Em expansão, indústria da moda abre oportunidades para profissionais de áreas diversificadas. Do nutricionista ao Maquiador, o charmoso negócio movimenta carreiras criativas e promissoras. O mercado da moda não é construído apenas por modelos e estilistas. Para que um desfile se torne realidade e sucesso é preciso produção e conhecimento.
Confira as oportunidades!





Portal Empreender Endeavor

No portal
você encontrará vídeos sobre diversos assuntos que poderão contribuir com sua perfomace acadêmica.

Palestrante: Sttella Gulo Baster,

Sinopse: Comunicação Verbal - Tempo de Ouvir e Tempo de Falar

Falar bem é pré-requisito básico para o sucesso de qualquer profissional em qualquer ramo. Fazer isso de maneira segura e desenvolta pode ser um enorme diferencial, já que no nosso dia-a-dia, são inúmeros os discursos e as apresentações que, se não forem bem trabalhados, não conseguem envolver e convencer nossos interlocutores. Quando estamos nos comunicando, tudo importa: a postura, os gestos e as palavras.

Direto ao ponto: Assista ao vídeo a partir do índice

• Sttella Gulo Baster
• Início (07:16)
• Talves (01:59)
• Será ? (09:39)
• Soluções (06:48)
• Dissociação (12:11)
• EU/NÓS/EMPRESA (02:25)
• Comportamento (08:24)
• Gestos (24:01)
• Vocabulário (01:00)
• Palavrões (02:45)
• Análise Comportamental (1:01:54)
• Perguntas e Respostas
• Como lidar com interrupções que fogem ao assunto abordado? (01h00min: 30)
• Cara de paisagem é a saída para colocações absurdas em reuniões? (1:00:43)
• Como lidar com o medo de falar em público? (01h06min: 04)

Assista ao vídeo: http://endeavor.isat.com.br/info.asp?Palestra_ID=293

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RH na prática

Palestrante: Sandra Betti


Sinopse: Inúmeras idéias inovadoras nem sequer chegam a sair do papel, pois, apesar de existirem na cabeça do empreendedor, carecem do principal ingrediente para sua efetiva implantação: o fator humano. Gerenciar pessoas para atingir um objetivo comum é o maior desafio de qualquer negócio, pois requer habilidades específicas para atrair, desenvolver, reter e motivar as pessoas certas.

Direto ao ponto: Assista ao vídeo a partir do índice.

• Teoria e Prática RH (05h03min)

• Crenças (01h23min)

• Faria Sentido? (02h07min)

• E a meritocracia? (02h29min)

• Mundo Atual (00h42min)

• A arte da gestão de RH hoje (02h37min)

• Regras (04h03min)

• Quem são os talentos? (03h59min)

• Matriz de Odiorne (08h03min)

• Diagnóstico (11h56min)

• Visão de curto & médio prazo (05h13min)

• Óbvio em RH (09h52min)

• Dicas de Recrutamento e Seleção (12h13min)

• Dicas de Avaliação de desempenho (08h02min)

• Dicas de demissão (09h16min)

• Dicas de trabalho em equipe (09h52min)

Assista ao vídeo: http://endeavor.isat.com.br/info.asp?Palestra_ID=237

Subsidios para uma teoria da Comunicação digital

Para compreender a Comunicação Social num mundo interconectado por redes de informação é preciso ir além das teorias tradicionais da Comunicação de Massa. O texto de Alessandro Paveloski propõe justamente isso: uma viagem reflexiva pela comunicação em tempos de Internet, usando abordagens que envolvem a Cibernética e as Teorias da Informação entre outros caminhos. A proposta fundamental é levar o leitor a uma nova forma de pensar a Era da Informação, longe dos mitos, num mergulho teórico que mais suscita perguntas do que expõe respostas.

Fonte: Paveloski, Alessandro, 2004, Subsidios para uma teoria da Comunicação digital, Revista TEXTOS de la CiberSociedad, 4. Temática Variada. Disponible en http://www.cibersociedad.net

Veja o texto na íntegra: Clique Aqui